A Batalha de Zhuolu encerrou-se em lágrimas de heróis cujos sonhos foram desfeitos; ao retornar à cidade, eles reconquistam seu lugar de glória. Entre danças de demônios e disputas entre o bem e o mal, o Dragão Divino da China ergue-se novamente para criar um novo esplendor!
O avião que partira de Harbin em direção ao Leste Marinho perdeu todos os sistemas de controle a dez mil metros de altitude, desaparecendo de imediato do radar. A aeronave entrou em queda parabólica, e os dois comandantes na cabine jamais haviam passado por algo semelhante. Manipulavam, desesperados, as alavancas, gritando em vão, enquanto o avião despencava velozmente.
Na cabine de passageiros, o caos se instalou, mas, felizmente, todos estavam com os cintos afivelados, e ninguém se feriu por ora. Sentado junto à janela na última fileira, um jovem se destacava dos demais: não demonstrava o menor sinal de pânico; ao contrário, exalava uma imponência incomum.
“Eu ainda estou vivo. Vim parar no mundo 9990 anos à frente do meu tempo.”
Suspirando, o jovem examinou atentamente o próprio corpo. Percebeu que havia perdido toda sua antiga força — ele, que fora o Imperador Dragão das Nove Estrelas. Embora este corpo fosse tão frágil quanto o de um homem comum, ainda havia nele um traço de energia dracônica. Mais raro ainda, o seu tesouro supremo, o Salão do Deus Dragão, permanecia, embora tenuemente, no palácio púrpura de sua mente.
“De fato, estou na Terra, 9990 anos depois. Este corpo pertence a um jovem chamado Huang Feihong, de dezenove anos.”
Lembrou-se de sua vida anterior, quando fora o Imperador Amarelo, o mais poderoso dos Cinco Soberanos da antiga China, governando o continente dos Dragões. Possuía o tesouro universal, o Salão do Deus Dragão, que continha não apenas os segredos imortais exclusivos da linhagem dracônica — a Arte Dragão-Fênix