Ainda está preocupado(a) com doenças genéticas? Clique em mim e entre no Jogo da Imortalidade para ter infinitas possibilidades. Nota: fluxo infinito; ainda não sei se há CP; pode xingar os personagens da obra, mas não me xingue.
Ano Novo 657.
Cidade de Langhua.
Ye Xue acabara de voltar do hospital e adentrou o beco entre prédios cujas paredes já tinham perdido a cor.
No quiosque à frente, à esquerda, uma senhora de cabelos cacheados, sentada, esticou a cabeça pela lateral da porta de vidro ao vê-la.
“Ye Xue, chegou algo para você.”
A voz da tia responsável pela correspondência interrompeu seus pensamentos. Chegando à janela do local, Ye Xue viu sobre o balcão uma caixa retangular intacta, sem informações do remetente. Ergueu levemente as sobrancelhas, intrigada, e perguntou: “Quem mandou para mim?”
A mulher sentou-se novamente no banquinho, enquanto guardava coisas na bolsa, e respondeu sem dar muita importância: “Não faço ideia, talvez algum colega seu. Saí por um instante e, quando voltei, a caixa estava lá na mesa. Pegue logo, estou indo para casa descansar.”
Ye Xue era bonita e se destacava; algum colega lhe enviar presentes às escondidas não seria nenhuma surpresa.
A senhora hesitou um pouco e então perguntou: “E o trabalho, conseguiu alguma coisa?”
Ye Xue pegou a caixa, que cabia na palma de sua mão, e balançou a cabeça: “Ainda não decidi.”
Na verdade, não era uma questão de decisão. Sua doença genética fazia com que muitas empresas não a escolhessem, não importando o quanto ela se destacasse nos estudos.
A senhora só perguntou por perguntar, não se importou com a resposta. Trancou apressada a porta de vidro e foi embora. Ye Xue, com as pálpebras caídas, voltou para casa sem ânimo.
O apartamento estava vazio. Ela tirou